Imagine um último andar da Penha de França onde Lisboa se desenha à janela como num quadro. Este T4 de 97 m² úteis (108 m² brutos) ocupa o quarto e último piso de um prédio dos anos 30 — um edifício com história que ainda mostra as marcas do tempo que lhe deu origem: logo à entrada, uma colecção única de azulejos portugueses preservados que contam o século XX.
A luz entra de lés-a-lés: a marquise fechada a vidro funciona como uma sala de estar informal durante todo o ano, com vista desafogada sobre os telhados cor-de-rosa do bairro. É o sítio onde se lê ao fim da tarde, onde se toma o pequeno-almoço de Inverno, onde as plantas sobrevivem aos dias mais cinzentos.
Ao fundo do corredor, uma divisão autónoma — com entrada independente do resto da casa — transforma este apartamento numa raridade no centro de Lisboa. Serve hoje como escritório, atelier ou quarto de hóspedes; amanhã pode ser o quarto do adolescente que quer a sua privacidade, o consultório de quem trabalha por conta própria, ou o rendimento extra de um arrendamento de longa duração a um profissional liberal. Esta versatilidade é, a par da vista, o segundo grande trunfo do imóvel.
A zona social distribui-se entre uma sala de jantar ligada à marquise por porta de vidro, uma sala comum com estante e ligação direta ao mesmo espaço, e uma cozinha fechada, equipada e arrumada (forno, micro-ondas, máquina de lavar roupa, exaustor, esquentador, móveis de madeira escura com tampo de mármore e azulejos brancos). O WC completo — poliban, bidé, sanita e lavatório com móvel, azulejos mostarda — foi renovado e serve a zona dos quartos. Os quatro quartos têm deles têm roupeiro embutido, muita luz natural e vista para diferentes frentes do prédio; o principal abre diretamente para o Castelo.
A arrecadação no prédio oferece espaço extra para arrumos — um luxo em Lisboa onde cada metro conta.
Para quem é
• Famílias que procuram espaço, tranquilidade e a sensação rara de estar no último andar — sem vizinhos em cima, com luz natural em todas as divisões.
• Profissionais liberais e nómadas digitais que precisam de um escritório com entrada independente sem sair de casa.
• Investidores que reconhecem o valor de um T4 com divisão autónoma no centro de Lisboa — pronto para arrendar, partilhar entre colegas, ou rentabilizar a parte profissional por conta própria.
• Casais com filhos que valorizam a vista, a localização central e o privilégio de um prédio com história em vez de mais um apartamento anónimo.
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